Mais de mil migrantes já morreram no Mediterrâneo em 2022

Em 2021, foram mais de 3.200 mortes ou desaparecimentos registrados

Pelo menos 1.004 migrantes morreram ou desapareceram enquanto atravessavam o Mediterrâneo desde janeiro, de acordo com dados do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) divulgados no domingo, 21.

De acordo com as estatísticas do ACNUR, 79.714 migrantes já atravessaram o Mediterrâneo até a Europa em 2022, sendo a maioria homens. A maior parte dos migrantes registrados é da Tunísia (23.932), Egito (17.242) e Bangladesh (14.920).

Segundo o ACNUR, a Itália é o país que mais recebeu migrantes desde o início de 2022, com 50.541 chegadas. Em 2021, o número de chegadas de migrantes em território italiano ficou em 67.477.

Recentemente, ONGs que atuam no resgate de migrantes no Mediterrâneo pediram apoio dos Estados europeus para evitar um número ainda maior de mortes na região. Nos últimos meses, tem sido observado um aumento no número de travessias, influenciado pelo verão no hemisfério norte, que proporciona melhores condições de navegação.

Em 2021, quando chegaram à Europa pelo Mediterrâneo 123.318 pessoas, foram registradas 3.231 mortes ou desaparecimentos no mar, que é considerado como uma das rotas migratórias mais perigosas e mortais do mundo. Recentemente, um relatório do ACNUR apontou que, entre 2014 e 2021, mais de 24.400 pessoas perderam a vida ou desapareceram tentando atravessar o Mar Mediterrâneo.

Por Amanda Almeida, da Equipe de Comunicação Virtual

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