Seção Migrantes e Refugiados: que os irmãos e irmãs mais vulneráveis sejam acolhidos e protegidos

Pedido veio junto à recordação de naufrágio em Lampedusa em 2013, que matou mais de 300 migrantes

Em nota, a Seção Migrantes e Refugiados do Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral pediu para que não se deixe cair no esquecimento o naufrágio de um barco de migrantes em outubro de 2013, a poucos quilômetros do porto de Lampedusa. Na ocasião, morreram mais de 300 pessoas, de mais de 500 que estavam no barco, das quais 155 foram resgatadas com vida.

A Seção Migrantes e Refugiados convida que todos se unam em oração “para que ninguém pereça por causa da migração, para que ninguém seja obrigado a deixar suas terras, para que cada pessoa possa olhar com esperança para o seu futuro, e para que os irmãos e irmãs mais vulneráveis sejam acolhidos e protegidos”.

Esse drama, segundo nota do Dicastério, “ainda retorna hoje nas mentes e corações de muitos e isso não deve ser esquecido”. O naufrágio ocorreu poucos meses após a visita do Papa a Lampedusa, em 8 de julho de 2013. Foi a primeira viagem fora de Roma do Pontífice, desejada por ele “para rezar por todos os migrantes que morreram no mar e para agradecer ao povo de Lampedusa, que desde o início se comprometeu generosamente a acolher os refugiados”.

Ainda hoje, enquanto milhares de migrantes arriscam suas vidas por diversas rotas migratórias, deixando suas terras em busca de um futuro melhor, com o risco de nunca chegar ao seu destino, as palavras do Papa ressoam fortemente: “Neste mundo da globalização caímos na globalização da indiferença. Acostumamo-nos com o sofrimento do outro, não nos preocupa, não nos interessa, não é da nossa conta!”, ressalta Francisco.

Do acidente ocorrido em 3 de outubro de 2013, sobreviveram 155 pessoas, entre elas mulheres grávidas e crianças, que eram originárias da Eritréia e da Somália. O barco em que viajavam partiu da costa da Líbia com mais de 500 pessoas, segundo relatos dos sobreviventes e pegou fogo antes de afundar, motivo pelo qual muitas pessoas pularam no mar.

Por Amanda Almeida, da Equipe de Comunicação Virtual

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