Violência já fez 900.000 deslocados internos na RDC desde janeiro

No total, a República Democrática do Congo tem quase 5 milhões de deslocados internos

A República Democrática do Congo (RDC) registrou, desde janeiro deste ano, pelo menos 900.000 deslocados internos pela violência no leste do país, de acordo com um relatório do Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA), publicado na noite de quarta-feira, 10.

Segundo o órgão da ONU, existem na República Democrática do Congo pelo menos 4.86 milhões de deslocados internos. “Desde o início do ano de 2022, mais de 877 mil pessoas ficaram em situação de deslocamento interno” no país, afirmou o OCHA em seu relatório.

Mais de 80% do total de deslocamentos da República Democrática do Congo são ocasionados por ataques e confrontos armados, gerados pelas atividades ilegais de grupos armados locais e estrangeiros. Segundo o relatório, 51% do total de deslocados são mulheres.

No final de 2021, o Movimento 23 de Março (M23), a última das rebeliões tutsis no leste da RDC, derrotada em 2013, voltou a causar conflitos, acusando o governo de não respeitar os acordos sobre sua desmobilização. Desde então, o movimento assumiu o controle de várias cidades, incluindo a cidade de Bunagana, na fronteira com Uganda.

Por Amanda Almeida, da Equipe de Comunicação Virtual

Compartilhe esta informação. É muito importante.

As pessoas também estão lendo:

AGENDA DE PUBLICAÇÕES
outubro 2022
S T Q Q S S D
 12
3456789
10111213141516
17181920212223
24252627282930
31  

Irmãs Scalabrinianas

Estão presentes em muitos países do mundo.
Para melhor exercer sua missão, a Congregação divide-se em províncias/regiões de missão.
 
Nestes espaços, as irmãs se dedicam à missão que aceitaram realizar, comprometendo-se com a vida, especialmente dos que mais sofrem, dos migrantes, dos refugiados.
 
São mulheres que escolheram seguir o chamado de Deus, confiando-lhes uma linda e importante missão na igreja.

Siga-nos

Mais recentes no site

Conheça o trabalho das Irmãs Scalabrinianas com migrantes e refugiados